Caso Sinon (Motorista da Prefeitura Municipal de Pacajus)

No dia 16 de junho de 1998, Sinon junto com Franklim filho do prefeito de Pacajus José Wilson Alves Chaves se envolveram em uma discussão banal com o vereador de Horizonte Eduardo Diogenis, ambos estavam em um barzinho em Pacajus onde comemorava-se a vitória do jogo do Brasil. Depois da briga, Eduardo Diogenis manteve contato com seu pai Fco. Peixoto Diogenis que é advogado e proprietário do comércio Ponto do Queijo, localizado na BR-116, comunicando-o que teria se envolvido em uma briga com o Sinon e o Franklim. Seu pai pegou seus capangas e veio para a cidade de Pacajus em busca de vingança contra os rapazes que haviam agredido seu filho, fato esse presenciados por testemunhas de que eles tinham, vindos dispostos a se vingarem de Sinon e Franklim. Chegando em Pacajus, precisamente no bar onde ocorreu o fato, não encontraram nem o Sinon e nem o Franklim pois os mesmos estavam já em sua casas, mesmo assim procuraram em toda a cidade a localização da casa de Sinon. Se comentava por toda a cidade que dentro em breve seriam assassinados o Sinon e o Franklim, pois em todo o estado do Ceará a família do Diogenis, da Região do Jaguaribe, são famosos por seus crimes de pistolagem, e conhecidos como destemidos, pois até hoje a justiça nunca os puniu. Passaram-se alguns dias e no dia 09/07/98, Sinon estava trabalhando a serviço da Prefeitura de Pacajus exercendo sua função de Motorista, levando à Fortaleza a primeira Dama Maria Helena Amaral Chaves e seu filho Juninho, e nas proximidades do Posto Tigrão, que fica na BR-116. A vítma estava presa no engarrafamento, pois a BR estava em obras, esta foi abordada por uma moto e dois caras, trancando o carro que guiava, dispararam impiedosamente a queima roupa nove tiros de pistola( 09mm), um dos disparos também atingiu de raspão o braço de Juninho (filho do prefeito), mas Sinon, meu irmão, não teve a menor chance de defesa, pois os 07 tiros que recebeu foram fatais.

Como está o Caso?

Depois de 01 ano de inquérito policial o Delegado Dr. Vandir Duarte Passos não teve dúvidas de anunciar a imprensa que o Dr. Francisco Peixoto Diogenis tinha sido o mandante do assassinato de Sinon, o ministério público aceitou a denúncia e o Dr. Humberto Ibiapina indicou o advogado Fco. Peixoto como mandante, só que após três anos ainda encontra-se na fase de depoimentos das testemunhas, até agora não existe nem previsão para o julgamento. Há mais ou menos 03 meses o Dr. Deodato Ramalho entrou no caso para auxiliar minha família, pois ainda não tínhamos um advogado.

 
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