Nestor Teixeira
Um homem de bem, vítima de um crime brutal que chocou
Fortaleza, no dia 20 de junho de 1997.
Francisco Nestor Teixeira, aos 40 anos de idade fora assassinado,
a queima roupa, com seis tiros de revólver 38. Sem nenhuma
chance de defesa, foi friamente executado. Sem dúvida
alguma um crime de pistolagem.
Mas como? Por que? Não pode ser verdade. O Nestorzinho?
Impossível! Não dá para acreditar... Quem
poderia cometer uma barbaridade desta?
De fato aquele crime havia abalado Fortaleza. E sabem por que?
Porque Francisco Nestor Teixeira, o Nestorzinho, era um homem
de bem!
Aos 40 anos, começava a se destacar como empresário
de futuro. Elogiado até por seus concorrentes, foi reconhecido,
em 1997, como maior revendedor de ração animal
do estado do Ceará. Seus empregados o chamavam de Bravo
Guerreiro. Sua família o tinha como exemplo de filho
e irmão. Era amigo de todas as horas. Generoso e solidário.
São muitos os testemunhos de pessoas que foram ajudadas
por ele.
Como aceitar um, crime bárbaro como esse.
Impossível. Era preciso lutar por justiça. E foi
o que fizeram aqueles que realmente o amavam. Esses jamais permitiram
que sua morte fosse aumentar a lista dos crimes impunes de nosso
país como muitos pareciam assim o desejar.
Passados quatro meses de sua morte podem ver que a luta dos
que o amavam não foi em vão.
Presos, os pistoleiros confessaram o crime. Os próprios
assassinos apontaram o mandante (Ossian Chaves Gomes).
A polícia através de um trabalho impecável
e digno de elogios levantou as provas. As testemunhas reconheceram
os criminosos.
Todas as informações, telefonemas, cheques, a
balística da arma criminosa e balas assassinadas foram
cuidadosamente checadas.
O crime foi finalmente desvendado... A justiça caminha
para ser feita.
Envolvidos neste bárbaro crime 06 elementos são
eles:
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Claudemir de Sousa Conde
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Fabiano de Sousa da Silva
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Ivan Barbosa Maciel
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Raimundo Nonato Gomes Rocha
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Cândido Lourenço de Brito
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Ossian Chaves Gomes
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Todos os 06 envolvidos foram a júri popular, tendo sido
condenados e confirmadas suas penas:
Claudemir de Sousa Conde e Fabiano de Sousa da Silva (Pistoleiros).
Ivan Barbosa Maciel, julgado e condenado desde 1998, aguarda
a confirmação ou não de sua pena. O processo
encontra-se na Procuradoria Geral de Justiça do Ceará,
distribuído para o procurador Luís Gonzaga Batista
Rodrigues.
Raimundo Nonato Gomes Rocha julgado e condenado pela segunda
vez no ano 2000, aguarda a confirmação ou não
de sua pena. O processo encontra-se na Procuradoria Geral de
Justiça do Ceará, distribuído para o procurador
Luís Gonzaga Batista Rodrigues.
Ossian Chaves Gomes e Cândido Lourenço de Brito
julgados e condenados pelo Júri Popular, em 1999. Esse
julgamento foi anulado pela primeira Câmara Criminal do
Tribunal de Justiça do Ceará, motivada por um
erro nos quesitos. Ossian Chaves Gomes e Cândido Lourenço
de Brito novamente foram ao júri e desta feita absolvidos.
Contrataram para defendê-los os advogados criminalistas:
Dr. Paulo Quezado, atualmente presidente da OAB do Ceará,
Clayton Marinho e Leandro Vasquez. A promotoria representada
pelo promotor Sávio Amorim recorreu as decisão
do Júri Popular e no ano de 2001, a primeira câmara
do tribunal de Justiça do Ceará, decide, por unanimidade,
os Indiciados Ossian Chaves Gomes e Cândido Lourenço
de Brito se submeterem, novamente, ao crivo do Júri Popular.
Na plenária ocorrida em abril de 2001, na primeira Câmara
Criminal do TJ-Ce, o advogado de acusação, Dr.
Ricardo Sérgio Teixeira, utilizou a tribuna após
a fala dos advogados de defesa Drs. Paulo Quezado, Clayton Marinho
e Leandro Vasquez o que ocasionou um recurso por parte dos advogados
de defesa de Ossian Chaves Gomes e Cândido Lourenço
de Brito.
O processo encontra-se na Procuradoria Geral de Justiça
do Ceará, distribuído para o procurador Luís
Gonzaga Batista Rodrigues.
A realidade triste e brutal é que um homem de bem foi
brutalmente assassinado, no esplendor de sua vida, simplesmente
porque outro homem decidiu que ele não deveria mais viver.
SÓ EXISTE PISTOLEIRO PORQUE EXISTE MANDANTE.
Para essa dor só há um remédio: JUSTIÇA.