Francisco Erivaldo Gomes de Souza

Francisco Erivaldo, nasceu em Fortaleza no dia 02/01/1975, trabalhava como auxiliar de estalador (telefone). Foi assassinado com quatros tiro a queima-roupa sem nenhuma condição de defesa.

Fato ocorrido às 21:30 horas do dia 17/12/95, na praça da igreja de Nossa Senhora de Nazaré situada no bairro do Jardim América vizinho ao Montese.

Meu filho foi morto pelo o individuo de nome Antônio Arcanjo de Lima, por sua vez diz que recebeu a arma do crime das mãos de outro, chamado Alexandre da Silva Oliveira (vulgo Tição).

Os dois elementos contaram com o apoio de mais três indivíduos de nomes, Itamar Arruda Pereira (Qualificado às Fls.31/33 dos autos do IPL), Damião Pereira da Costa (Qualificado às Fls.35/36 do IPL) e Luiz Carlos da Silva Menezes (vulgo Gamelão) (Qualificado às Fls. 36/37 dos autos do IPL). Na época a Delegacia que tomou às primeiras providências foi a 25ª Delegacia, tendo na época, à frente o Delegado Titular Dr. Jônata Chagas Ferreira.

Os motivos:

No dia 15 para o dia 16/12/95, Erivaldo havia saído de casa com um amigo de nome Mario Elder Marinho Monteiro. Foram na casa de outro, chamado Aílton, pedir sua bicicleta para irem com algumas garotas á feira artesanal, situada na Av: 13 de Maio, por volta das 23:00 horas vieram de volta para casa . Quando foram surpreendidos pelos indivíduos, Luiz Carlos (Gamelão) e Damião, os mesmos citados acima. Eles tentaram tomar a bicicleta de Erivaldo, como era emprestada , o mesmo reagiu junto com seu companheiro. Seu amigo disse que nesse momento, chegou um outro individuo ,.Itamar Arruda,que nas costas do Erivaldo, fazia gestos para que o surrassem.

Esse episodio aconteceu já na madrugada do dia 15 á 16/12/95 e ele foi morto pelos os mesmos envolvidos no caso do objeto.

No depoimento,eles acusam muitos a vitima de querer furtar passarinhos de sua residência , que um deles fazia vigiar.

Mais meu filho não está vivo para poder se defender dessas acusações . “Eu sei dessa história da bicicleta, porque o mesmo me falou e que tinha sido surrado, eu falei para não confiar nessas pessoas e pra não andar mais nessa praça da igreja Nazaré, mais o mesmo disse: Não se preocupe porque lá todos são meus amigos”.(diz a mãe). E, foi justamente lá que perdeu sua vida.

A mãe hoje vive clamando por justiça.
Até agora nenhum deles está preso e nem foram julgados.
Minha vida é esperar por justiça de Deus e dos homens.
O caso se encontra na 1ª vara do júri com o Promotor de Justiça Francisco Marques de Lima.

 
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